Baseado no texto clássico do alemão Frank Wedekind, o musical foi um sucesso estrondoso na Broadway em 2006, ganhando vários prêmios Tony (o Oscar do teatro norte-americano) e após anos de negociação os geniais Charles Moeller e Cláudio Botelho conseguem uma autorização especial para a realização da primeira não-réplica do musical. Com extrema liberdade para conduzir o espetáculo a dupla recria de maneira sublime as angústias, descobertas e anseios dos jovens personagens de Wedekind na Alemanha conservadora e castradora de 1891. E o resultado é de um frescor e vitalidade poucas vezes vista no teatro brasileiro. Tive a oportunidade de conhecer esse texto há 15 anos atrás, quando participei de uma montagem estudantil em minha cidade, a princípio na co-direção do espetáculo, mas pouco tempo depois também tive a oportunidade de interpretar o Moritz. Logo, ir ver o espetáculo foi como uma viagem no tempo e um reencontro com "velhos conhecidos". Foi catarse pura, difícil de traduzir em palavras o que experimentei ao ver pela primeira vez e depois uma segunda, dessa vez acompanhado de uma amiga querida que havia interpretado a Ilse na referida montagem estudantil. Moritz e Ilse, 15 anos depois revendo as personagens em cena interpretados pelos incríveis Rodrigo Pandolfo e Leticia Colin (“Primavera, quanto tempo faz/ Quanto tempo atrás/ Quantas as manhãs, sim/ Quando o sol brilhou / Sobre os livros soltos no chão/ Primavera...”). Quem ainda não conhece a força do texto desse alemão e a superlativa montagem brasileira, se tiver possibilidade não perca, em cutíssima temporada no Teatro do Shopping Frei Caneca em São Paulo. Estarei lá na reestréia, dia 10/07. Para conhecer mais baixe o CD , disponibilizado gratuitamente no site do espetáculo, acompanhe também as novidades no blog da peça e no twitter. Programa imperdível!"Eu gosto dos que tem fome, dos que morrem de vontade, dos que secam de desejo, dos que ardem..." (Adriana Calcanhoto)
terça-feira, 6 de julho de 2010
O Despertar da Primavera
Baseado no texto clássico do alemão Frank Wedekind, o musical foi um sucesso estrondoso na Broadway em 2006, ganhando vários prêmios Tony (o Oscar do teatro norte-americano) e após anos de negociação os geniais Charles Moeller e Cláudio Botelho conseguem uma autorização especial para a realização da primeira não-réplica do musical. Com extrema liberdade para conduzir o espetáculo a dupla recria de maneira sublime as angústias, descobertas e anseios dos jovens personagens de Wedekind na Alemanha conservadora e castradora de 1891. E o resultado é de um frescor e vitalidade poucas vezes vista no teatro brasileiro. Tive a oportunidade de conhecer esse texto há 15 anos atrás, quando participei de uma montagem estudantil em minha cidade, a princípio na co-direção do espetáculo, mas pouco tempo depois também tive a oportunidade de interpretar o Moritz. Logo, ir ver o espetáculo foi como uma viagem no tempo e um reencontro com "velhos conhecidos". Foi catarse pura, difícil de traduzir em palavras o que experimentei ao ver pela primeira vez e depois uma segunda, dessa vez acompanhado de uma amiga querida que havia interpretado a Ilse na referida montagem estudantil. Moritz e Ilse, 15 anos depois revendo as personagens em cena interpretados pelos incríveis Rodrigo Pandolfo e Leticia Colin (“Primavera, quanto tempo faz/ Quanto tempo atrás/ Quantas as manhãs, sim/ Quando o sol brilhou / Sobre os livros soltos no chão/ Primavera...”). Quem ainda não conhece a força do texto desse alemão e a superlativa montagem brasileira, se tiver possibilidade não perca, em cutíssima temporada no Teatro do Shopping Frei Caneca em São Paulo. Estarei lá na reestréia, dia 10/07. Para conhecer mais baixe o CD , disponibilizado gratuitamente no site do espetáculo, acompanhe também as novidades no blog da peça e no twitter. Programa imperdível!segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
domingo, 4 de outubro de 2009
sábado, 22 de agosto de 2009
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Há sempre a possibilidade de um novo começo...

sábado, 1 de agosto de 2009
As férias prosseguem...
Fernanda Takai acaba de lançar o CD e DVD "Luz Negra" com o registro ao vivo sua turnê do disco dedicado a Nara Leão ("Onde Brilhem os Olhos Seus"). O disco foi aclamado pela crítica e pelo público como um dos melhores do ano de 2007. Longe ser apenas o registro ao vivo de um disco de sucesso o CD e DVD trazem inéditas que foram incorporadas a turnê como por exemplo versões para There Must Be An Angel, de Annie Lennox, Ordinary World, do Duran Duran e até Ben, de Michael Jackson (que desde muito tempo integrou o set list, mesmo antes da morte do astro). Assim, o show tem um frescor de inédito, saboroso do começo ao fim.As férias prosseguem e ando mergulhado no registro biográfico sobre Caio Fernando Abreu, escrito pela amiga Paula Dip ("Para sempre teu, Caio F"). Ler uma biografia é sempre viajar no tempo e visitar lugares por vezes inexplorados, quando voltar, conto um pouco das impressões da viagem...
domingo, 19 de julho de 2009
"Inclassificáveis", vitalidade e exuberância num show antológico
O resultado não podia ter sido melhor numa performance antológica, com figurinos de Ocimar Versolato, como é de praxe a luz é dele próprio, a direção do espetáculo é de um ex-integrante dos Secos e Molhados, Emílio Carrera. Ney domina a platéia como ninguém, com uma movimentação precisa e constantes mudanças de figurino, mescla composições novas com clássicos da MPB: "O Tempo não pára" (Cazuza), "Divino e Maravilhoso" (Caetano Veloso),"Um Pouco de Calor" (Dan Nakanawa), "Ouça-me" (Itamar Assunção) e "Inclassificáveis" (Arnaldo Antunes). Uma noite memorável.
sábado, 18 de julho de 2009
Filmes, filmes, filmes!
De volta a blogosfera! Quanta procrastinação e hesitação! Mais de um mês sem escrever por aqui. E foi um mês muito produtivo, mesmo nos momentos de ócio, quando algumas elucubrações podem ser muito férteis e ser o embrião de movimentos importantes da vida. Nesse meio tempo, vi alguns bons filmes, sobretudo os clássicos "All About Eve" e "Gata em Teto de Zinco Quente", no primeiro Ane Baxter e Bette Davis estão sublimes numa trama sobre ambição e egos inflados no teatro, no segundo Paul Newman e Liz Taylor, jovens e lindos, esbajam talento dando voz ao primoroso texto de Tenessee Willians nessa adaptação de sua peça homônima para o cinema. O Cheiro do Ralo também foi uma grata surpresa com uma atuação impecável de Selton Melo, apontado pelo Bravo deste mês como o "homem do cinema brasileiro atual", ainda não vi o Jean Charles mas os comentários são os mais auspiciosos possíveis. Não poderia deixar de comentar também o divertidíssimo Divã, com a Lilia Cabral hilária em sua composição de Mercedes, roteiro adaptado de peça homônima protagonizado pela mesma Lília e que por sua vez foi livremente inspirado no livro de Martha Medeiros, essa gaúcha que ganha destaque merecido na cena literária brasileira com seu texto moderno, ágil, mas sempre profundo. O cinema é um excercício fundamental no cotidiado, nos instiga, inspira, impulsiona das maneiras mais surpreendentes. E por falar nisso estou lendo um livro sobre o tema que merece um post exclusivo, falarei sobre ele em breve.
terça-feira, 16 de junho de 2009
domingo, 7 de junho de 2009
Ao momento presente
Caio Fernando Abreu
quarta-feira, 3 de junho de 2009
segunda-feira, 1 de junho de 2009
O pesadelo nuclear
Um amigo querido me mandou esse texto hoje. De acordo com um pensamento chinês 'se você quer mudar o mundo primeiramente dê três voltas em torno de sua casa'. Acredito que as grandes transformações começam com pequenas mudanças como por exemplo em nossa atitude diante da vida:
Lei do Caminhão de Lixo
Um dia peguei um taxi e fui direto para o aeroporto. Estávamos rodando na faixa certa quando repente um carro saiu de um estacionamento na nossa frente. O motorista do taxi pisou no freio, desviou e escapou do outro carro por um triz! O motorista do outro carro sacudiu a cabeça e começou a gritar para nós.
Assim eu perguntei: 'Porque você fez isto? Este cara quase arruína o seu carro e nos manda para o hospital!'
Foi quando o motorista do taxi me ensinou o que eu agora chamo 'A Lei do Caminhão de Lixo". Ele explicou que muitas pessoas são como caminhões de lixo, Andam por ai carregadas de lixo cheias de frustrações, cheias de raiva, e de desapontamento a medida que suas pilhas de lixo crescem elas precisam de um lugar para descarregar e às vezes descarregam sobre a gente, não tome isso pessoalmente apenas sorria, acene, deseje-lhes bem, e vá em frente, não pegue o lixo delas e espalhe sobre outras pessoas no trabalho, em casa, ou nas ruas.
O princípio disso é que pessoas bem sucedidas não deixam as frustrações dos outros estragarem o seu dia.
A vida é dez por cento o que você faz dela e noventa por cento a maneira como você a recebe!
(autor desconhecido)
sábado, 16 de maio de 2009
Extra! Extra!
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Qualquer maneira de amor vale a pena
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Pensamento Chinês
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Um homem de teatro
Na madrugada desse sábado, morreu Augusto Boal(1931-2009) um dos principais dramaturgos do teatro brasileiro. Precursor de movimentos inovadores como o Teatro do Oprimido e o Teatro Fórum. Nos tumultuados e efervescentes anos 1970, em seu exílio no exterior, desenvolveu essas técnicas revolucionárias nas quais afirma que toda e qualquer pessoa pode dizer algo através do teatro. Sua biografia "Hamlet e o filho do padeiro" revela com leveza a trajetória percorrida por ele nas suas descobertas e seu amor incondicional ao teatro. O Brasil perde mais do que um importante dramaturgo, diretor e intelectual, mas um verdadeiro homem de teatro.domingo, 3 de maio de 2009
"Vibrações adeliopradianas"

Na minha cidade, nos domingos de tarde,
as pessoas se põem na sombra com faca e laranjas.
Tomam a fresca e riem do rapaz de bicicleta,
A campainha desatada, o aro enfeitado de laranjas:
'Eh bobagem!'
Daqui a muito progresso tecno-ilógico,
quando for impossível detectar o domingo
pelo sumo das laranjas no ar e bicicletas,
em meu país de memória e sentimento,
basta fechar os olhos:
é domingo, é domingo, é domingo.
Adélia Prado
sábado, 2 de maio de 2009
Simplesmente Vander Lee
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Papapapapapaa...
Precoce, com uma musicalidade nata, grande carisma é atualmente considerada a "musa do folk nacional". Em seu aniversário de 15 anos pediu aos avós que lhe dessem seu presente em dinheiro, com o qual gravou músicas de sua autoria e as colocou no My Sapce, a partir daí começou uma carreira meteórica e ascendente. Convidada a participar de vários programas de TV, chamou a atenção de Marcelo Camelo (ex-Los Hermanos) com o qual gravou uma música para o primeiro álbum solo dele. Em 2008 saiu em turnê com o My Space Music Tour com entrada gratuita, no mês de outubro desse mesmo ano grava seu primeiro DVD num show lotado em SP e em novembro chegou seu primeiro CD, o qual saiu primeiro em aparelhos celulares numa promoção da operadora VIVO, que mantém um site sobre ela . Faz show amanhã em SP no Citibank Hall, as 22 horas.J1
Well I take a notebook I walk awayThis paper which I took makes me say
Papapapapaa
Will I have to try again
Say Papapapapaaa
For you to understand?
I should have known you better,
I should have hugged you more
Before I write you that letter
I should have done what
I've been looking for
Papapapapapaa
Will I have to try again
Papapapaa for you to understand?
Am I that weird?
Am I that strange?
I've got one fear
It is so hard to change
So papapapapaaa
Will I have to try again
Papapapapapaapa
For you to understand
Am I that weird
Am I that strange
I've got one fear, which is so hard to change
Papapapa
Will I have to try again
Papapapaaapapaa
For you to understand
Paraparapapa Pararapapapapararara
I should have known you better,
I should have hugged you more
Before I write you that letter
I should have done what
I've been looking for
Papapapapaa
Will I have to try again
Papapapaaapapaa
For you to understand
But I am weird
And I feel strange
I've got one fear, it is so hard to change
segunda-feira, 20 de abril de 2009
O Chá
"Thich Nhat Hanh, um monge budista vietnamita, ensina como se deve apreciar uma boa xícara de chá. Para isso, você precisa concentrar-se no momento presente, ficar consciente e com a atenção voltada para o chá. Sentir o calor da xícara, apreciar o colorido da infusão, aspirar seu perfume, degustar lentamente cada gole. Se você fica remoendo eventos passados, ou preocupando-se com os futuros, de repente vai se dar conta de que bebeu todo o chá sem nem perceber."
Aceitas uma xícara?



